Doze derrames ou do menos-que-humano ao mais-que-material: secretar a vida no segredo e na secreção
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Resumo
O ensaio propõe uma filosofia eruptiva e encarnada, que toma a feminação como forma vital e princípio especulativo de pensamento. A partir da relação entre o menos-que-humano e o mais-que-material, o texto experimenta modos de fabulação que atravessam corpo, matéria e linguagem — como secreções que erupcionam e pensam. O texto reivindica uma crítica à razão moderna e falogocêntrica propondo uma ficção que se apresenta como gesto filosófico e político. Em doze derrames, o texto performa um pensar-sentir que se move entre o mito, a placenta e o vulcão, delineando uma filosofia mais quente, fabulatória e indisciplinar.
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